Para o presidente do Bunkyo (Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social), o 16º Festival das Cerejeiras Bunkyos (Sakura Matsuri), realizado nos dias 7 e 8, no Centro Esportivo Kokushikan, no município de São Roque (SP), nem tudo foram flores. “Recebemos um público maior que no ano passado, estimado entre 10 e 12 mil pessoas, mas bem menor do que o esperado”, disse Kihatiro Kita, que “culpou”, principalmente, a chuva que caiu na noite de sábado e se estendeu até a madrugada de domingo. “Pernoitei num hotel em Ibiúna de sábado para domingo e fiquei preocupado porque choveu realmente bastante. Não digo que foi um fracasso, mas em vurtude do tempo poso dizer que a presença de público foi excelente”, amenizou Kita, admitindo que o Espaço Empresarial – dedicado às empresas – deixou a desejar.
“Tivemos a participação de umas seis empresas quando o esperado eram umas 20 empresas. Era uma receita extra que estávamos contando como superávit e que, infelizmente, não veio”, lamentou Kita, acrescentando que, “de qualquer forma, foi uma experiência”. “No ano que vem, se formos levar essa ideia adiante, vamos precisar de mais divulgação e de mais tempo para captarmos recursos””, explicou Kita, que espera não fechar no vermelho. “De forma geral, não tenho do que me queixar”, resumiu.
O 16º Sakura Matsuri – Festival das Cerejeiras Bunkyos foi uma realização do Instituto Brasil-Japão de Integração Cultural e Social e Prefeitura da Estância Turística de São Roque, com apoio do Ministério do Turismo, Governo do Estado de São Paulo – Secretaria da Cultura. O evento contou com apoio do Consulado Geral do Japão em São Paulo, Jica, Fundação Japão, Fundação Kunito Miyasaka e Sansuy e coordenação do Bunkyo, Associação Cultural e Esportiva de Vargem Grande Paulista, Associação Cultural de Mairinque, Centro Cultural de Ibiúna e Associação Mallet Golf Kokushikan.
(Aldo Shiguti)
